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Constelação familiar no âmbito judiciário: Um reforço para solucionar conflitos na Justiça brasileira

A Constelação Sistêmica é um método psicoterapêutico que trabalha as emoções e
energias inconscientes que influenciam em nossas decisões do dia a dia. Esse método
tem sido utilizado tanto em tratamentos terapêuticos diversos, como também na busca
de soluções profissionais e empresariais.

Atualmente, a Constelação Sistêmica, além de ser utilizada por indivíduos que desejam
equilíbrio na vida pessoal, fluidez nos relacionamentos, na vida profissional e
financeira, também vem sendo aplicada ao âmbito judicial.

A abordagem deste método na prática da ciência jurídica, utiliza este mecanismo como
tratamento das questões geradoras de conflito, visando à saúde do sistema “doente”
(seja ele familiar ou não), como um todo.

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pelo menos 11 estados
brasileiros já utilizam esta técnica para ajudar a solucionar conflitos na Justiça. A
técnica vem sendo utilizada como reforço das tentativas de conciliação.

O CNJ afirma que os conflitos levados para uma sessão de constelação, em geral,
versam sobre questões de origem familiar, como violência doméstica, endividamento,
guarda de filhos, divórcios litigiosos, inventário, adoção e abandono. Um terapeuta
especializado comanda a sessão de constelação.

Também chamado de direito sistêmico, é utilizado sob uma ótica baseada nas ordens
superiores que regem as relações humanas, segundo a ciência das constelações
sistêmicas, se propõe a encontrar a verdadeira solução. Essa solução não poderá ser
nunca para apenas uma das partes. Ela sempre precisará abranger todo o sistema
envolvido no conflito, porque na esfera judicial, basta uma pessoa querer para que duas
ou mais tenham que brigar. Se uma das partes não está bem, todos os que com ela se
relacionam poderão sofrer as consequências.

Os conflitos entre grupos ou pessoas são provocados, em geral, por causas mais
profundas do que um mero desentendimento pontual, e os autos de um processo judicial

dificilmente refletem essa realidade complexa. Nesses casos, uma solução simplista
imposta por uma lei ou por uma sentença judicial pode até trazer algum alívio
momentâneo, uma trégua na relação conflituosa, mas às vezes não é capaz de solucionar
verdadeiramente a questão, de trazer paz às pessoas. Sendo assim, a solução sistêmica
deve ter em vista a origem familiar do indivíduo.

Em um caso de divórcio, por exemplo, a solução sistêmica, para ser verdadeira,
precisará primeiramente excluir os filhos de qualquer conflito existente entre os pais,
para que os filhos possam sentir a presença harmônica do pai e da mãe em suas vidas.

O juiz, por sua vez, antes de decidir, deve considerar essa realidade e ter em seu coração
as crianças e ambos os pais, além de outras pessoas eventualmente envolvidas, sem
julgamentos de qualquer tipo. Com tal postura, por si só, o juiz já estará facilitando uma
conciliação entre as partes (que constituem um só sistema). E caso se faça necessária
uma solução imposta, esta será mais bem recebida por todos, pois todos sentirão que
foram vistos e considerados pelo juiz.

Outro exemplo: Uma ofensa do pai contra a mãe, ou da mãe contra o pai, são sentidas
pelos filhos como se estes fossem as vítimas dos ataques, mesmo que não se deem conta
disso. Sim, porque sistemicamente os filhos são profundamente vinculados a ambos os
pais biológicos. São constituídos por eles, por meio deles receberam a vida.

O filho não existe sem o pai ou sem a mãe e, seja qual for o destino que os filhos
construírem para si, será uma sequência da história dos pais.
Por isso é que, mesmo que o filho manifeste uma rejeição ao pai – porque este
abandonou a família ou porque não paga pensão, por exemplo – toda essa rejeição se
volta contra ele mesmo, inconscientemente. Qualquer ofensa ou julgamento de um dos
pais contra o outro alimenta essa dinâmica, prejudicial sobretudo aos filhos. O mesmo
ocorre quando o juiz toma o partido de um dos pais contra o outro, reforçando o conflito
interno na criança.

Isso não impede que o pai e a mãe discutam as questões necessárias, judicialmente ou
não, desde que isso se dê entre eles, sem o envolvimento dos filhos, nem que o juiz
decida as demandas que lhe forem postas.

Fontes: http://www.cnj.jus.br/ e www.direitosistemico.wordpress.com

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